A Esterilidade de Sara ... e a Igreja
















Esterilidade e Infertilidade feminina
As principais causas de infertilidade feminina se originam em:
1. Utero, por malformações adenomiosis, infecções e tumores
2. Cérvix (pescoço) por malformações, endometriosis, cirurgia, infecções e tumores
3. Trombas, por obstrução originada principalmente por endometriosis, infecções, malformações e tumores
4. Doença Inflamatoria Pélvica, por infecções
5. Ovários, por tumores quistos e endometriosis
6. Vagina, por alterações do monco cervical, alergia, infecção, traumatismo, lubrificantes, etc.
7. Doença crônica como colagenosis
8. Antecedentes de exposição materna a dietylstilbestrol (DÊS)
9. Doenças da Tiroides
10. Hiperprolactinemia, causada por tumores hipotalámicos, medicamentos e fatores metabólicos
11. Obesidade
12. Perda de gordura corporal, especialmente por exercício intenso
13. Stress, tanto físico como psicológico, que usualmente está sócio a alterações físicas demostrables
14. Anorexia ou Bulimia
15. Álcool e drogadição
16. Doenças hepáticas que afetam o metabolismo dos estrógenos
17. Doença das suprarrenales
18. Diabete
Muito freqüentemente coexistem várias das causas anteriores e deve recordar-se que encontrar uma causa não descarta a presença simultânea de outras
A Esterilidade de Sara
Uma das constatações mais fortes da vida de Abrão é está:
“Sarai era estéril, não tinha filhos” (Gn 11.30)
Isto porque no contexto social da época a esterilidade era um problema não somente para o casal, mas para a família num todo e também para a instituição religiosas em que pertenceria o casal.
Quando Abrão é chamado, uma das primeiras atitudes de Deus para Abrão é sanar este problema de Sarai, dizendo que faria deles uma grande nação (Gn 12.2).
Mas do momento da chamada até o cumprimento da mesma, houve um grande espaço de tempo e muitos problemas.
Uma das primeiras dificuldades que vemos é a interferência de estranhos na vida do casal, o que era o caso de Ló. Se notarmos a chamada de Abrão não incluía Ló. Talvez a esterilidade de Sarai fez com que o casal se apegasse ao jovem, que pelo estilo da sociedade comunitária que havia naquela época tenha feito o casal ter um carinho paternal pelo jovem.
Mas para todos os leitores e amantes das Santas Escrituras, sabem que a história não acabou bem, briga entre os pastores de Abrão e Ló. E Abrão deixou que Ló fizesse a escolha de onde gostaria de ir, demonstrando um cuidado excessivo.
Na seqüência vemos que mesmo debaixo de uma maravilhosa e poderosa promessa de Deus novamente tomaram uma atitude errada.
O caso Hagar/Ismael trouxe muitos outros problemas para Abrão tanto com a própria Sarai como mais adiante com o próprio Ismael.
E por final houve a mentira de Sara, quando a Presença de Deus se manifesta em seu lar e ela não crê naquilo que está ouvindo (entre as paredes)duvidando da Palavra do Senhor Deus à seu marido.
A esterilidade de Sarai/Sara é realmente um problema de saúde desta mulher, mas, muito mais é um problema da fé, por inumeras vezes Deus falou-lhes que se eles dependessem da sua Graça e Misericórdia, Ele próprio lhes daria um filho.
E isto aconteceu quando Abraão e Sara já avançados em idade entenderam o processo de Deus em suas vidas e deixaram que o Senhor pudesse agir em suas vidas
... e a Igreja
Muitas vezes nos referimos a Igreja como a descendência de Abraão, mas não conseguimos aprender com a lição de Sara.
Analise comigo
Deus já nos deixou uma promessa de crescimento e edificação.
Quando no final do Evangelho de Marcos, Ele nos ordenou a “pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15), veja é que promessa de para Sara e Abraão e a promessa para a Igreja são consoantes, no ponto que ambas as promessas dependem apenas que se CREIA e se viva esta promessa.
Muitas vezes queremos levar complementos para nossa promessa (a exemplo de nossos pais na fé que carregaram Ló) e muitas vezes achamos inofensiva esta idéia.
Mas que complemento é este? Pode ser a nossa idéia de que os resultados dependem do nosso esforço somente. Você já notou quantas campanhas e grupos evangelísticos são criados e nada (ou pouca) coisa acontecem? Isso porque começam com muito animo, mas logo terminam, pois todos querem ter prioridade no espaço.
Ainda temos de notar que muitas vezes para alcançar seus objetivos usam “uniões” desagradáveis a Deus. Hoje existem tantas “mensagens do evangelho”, que muitas vezes não têm base nem fundamentação Bíblica, onde ao invés de pregar o que Paulo nos aconselha: “Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.” (ICo 1.22-24)
E as mentiras e descrença, pois contamos tantas histórias e contos que muitas vezes nem mesmo se abre a Bíblia ou se tenta explicar algo da parte dEla, mas Pedro nos ensina como pregar esta palavra e como alguns (antigamente e ainda hoje) pregam o evangelho “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas” (IIPe 1.16).
Precisamos reverter nossa esterilidade, pois nossos esforços em sua grande maioria estão sendo infrutíferos.
Quando Sara e Abraão aprendeu que o segredo de ser pai (ou frutífero) depende exclusivamente da nossa fé e obediência ao mandato do Senhor.
Paulo fala deste fato aos Irmãos de Colosso:- “Damos sempre graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vós, desde que ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os santos; por causa da esperança que vos está preservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho, que chegou até vós; como também, em todo o mundo, está produzindo fruto e crescendo, tal acontece entre vós, desde o dia em que ouvistes e entendestes a graça de Deus na verdade; segundo fostes instruídos por Epafras, nosso amado conservo e, quanto a vós outros, fiel ministro de Cristo, o qual também nos relatou do vosso amor no Espírito.” (Cl 1.3-8)
Que Deus possa nos ajudar a Pregar este Evangelho e não somente falar, mas frutificar a tal ponto que “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito” (Is 53.11).
Deus nos Ajude e Socorra em tempo propício.

Esposa de pastor: a crise de ser


Amigos não costumo copiar postagens, mas este é excelente
(a fonte está no link, no final do post)


Esposa de pastor: a crise de ser

Quem é essa mulher? Guerreira, anônima ou solitária? Ou seria um híbrido das três? Percebo uma mulher marcada, incompreendida, exageradamente cobrada. Tenho visitado muitos sites, blogs e redes sociais, lido muitos artigos sobre essa figura emblemática, contudo, em sua grande maioria paira a mesma tônica: uma mulher cujos olhos estão machucados pelas luzes que intensamente brilham sobre seus maridos, mas que não afastam a penumbra de sua crise. É a dor da invisibilidade no mundo dos holofotes.

A esposa do pastor ainda é uma mulher em contradição. Tem a missão de Eva num mundo de serpentes, as lágrimas de Ana em igrejas de Peninas e, como diz o título de um livro, tem “o coração de Maria num mundo de Marta”.

Vamos observar algumas das mais sérias crises que a esposa do pastor enfrenta na guerra da vida, na cotidianidade da fé:


A crise da perfeição
Em muitos lugares a esposa do pastor é escrava da perfeição. É condenada ao êxito sempre. Não pode falhar, errar, sofrer, sentir alguma dor. O pior é que nunca chega a essa perfeição dela cobrada. Se olha feio, é má; se sorri para todos, é falsa! Se tem amigos, faz acepção! Ela é proibida de sentir aquela tristeza sagrada de todo humano. A tentação da esposa perfeita ainda mata muitas mulheres que tinham tudo para marcar uma geração.

A crise do resultado: a obsessão de funcionarPara o imaginário popular é inadmissível uma esposa de pastor que não tenha alguma ocupação. É a tentação do ativismo. É a desumanização, a mania do desempenho de máquinas. Ela fica como alvo principal da língua de todos: o sucesso do pastor é sua obrigação; o fracasso, é sua culpa! É a clonagem ministerial: uma esposa à imagem e semelhança do seu “dono”.

A crise do retorno
: escrava da aprovação
Muitas são as esposas frustradas por não se sentirem aceitas. No afã da aprovação, sacrificam sua identidade e sufocam a alma. Vivem apenas pelo retorno. Sofrem demais quando percebem um certo desprezo à sua sofrida obra.

A crise da solidão: o medo da confiançaEla vive no chão da suspeita. Não pode abrir a casa pra todo mundo, mas também não pode fechar! É a encruzilhada do medo. Como disse um escritor antigo: “O medo é um gigente que se nutre da carência”, e carência é o que a esposa do pastor mais possui. Ela é conhecida da multidão, mas não tem o afeto de indivíduos dissociados da massa. Sofre, pois não sabe quando a aproximação é feita por interesses.

O que Deus diz a essas mulheres?

Você é aceita pela graça assim como é!
A graça liberta da tirania da perfeição. É Maria, uma moça simples, grávida, fazendo história pra Deus!

Deus jamais te medirá pelos resultados
Tudo que fazemos só é possível porque Ele já trabalhou em nós! É Raquel, marcada pela tradição e esterilidade, mas amada – os filhos nascem por um poder que ela não possui!

Deus conhece o seu coração
Ele sabe do seu desejo sincero de servir. É isso o que Ele mais aprova. Thomas Merton dizia que “O desejo de Te agradar, já Te agrada”. É Tamar: no turbilhão das crises, entra na genealogia do Messias.

Nos braços do Pai, a solidão termina
O Pai que nos vê no secreto (Mt. 6. 6) é o que nos sustenta em amor. É Ana: chorando sozinha, mas para aquele que pode resolver!

Mesmo numa sociedade de crises, a esposa do pastor ainda faz grande diferença.

Até mais...

Alan Brizotti

UM LIVROS


"Um livro aberto é um cérebro que fala;
Fechado, um amigo que espera;
Esquecido, uma alma que perdoa;
Destruído, um coração que chora"


Voltaire

Cantora Hadassa - Minha Filha Linda

Precisamos orar por estaS ELEIÇÕES

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